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Marcos Eduardo de Oliveira
30 de nov. de 2022
In Informações e Conteúdos
A Cummins está desenvolvendo um motor movido a hidrogênio capaz de entregar 530 cavalos de potência. O novo propulsor será utilizado em Caminhões rodoviários de até 44 toneladas. A Cummins conta em seu portfólio de tecnologias limpas para a descarbonização em todo o processo de produção e em todas as áreas de negócio com soluções de hidrogênio verde, que é atualmente considerado o combustível do futuro. A Prova disso é que a empresa da América do Norte lançará, a partir de 2026, o motor movido a hidrogênio X15H em todo o mundo. O propulsor de combustão interna tem capacidade de oferecer até 530 cavalos de potência e um torque de até 265 mkgf. Multinacional Cummins lança tecnologia capaz de transformar motor a hidrogênio viável O motor movido a hidrogênio será instalado em caminhões rodoviários com PBT de até 44 toneladas, que terão uma autonomia de mil quilômetros abastecidos com 80 kg do combustível. O hidrogênio não emite CO2 e é uma das apostas da Cummins para zerar suas emissões. O novo motor a hidrogênio compõe a estratégia de sustentabilidade da empresa chamada mundialmente de planeta 2050. Apesar de ser uma iniciativa grande, que envolve também a parte de centros técnicos e fabril, o plano tem como um dos seus focos o Destino ao Zero, isto é, o uso de tecnologias mais limpas em seus produtos e que serão de grande importância para o processo de descarbonização de veículos comerciais no país e em todos os países onde a marca está presente. O motor movido a hidrogênio da Cummins é viável devido à plataforma agnóstica de combustível baixo carbono que acaba de ser lançada pela empresa, ou seja, é uma linha de motores a combustão interna que pode operar com combustíveis como diesel, gás natural e hidrogênio separadamente, através de uma arquitetura de motor comum com muita semelhança entre as peças. Benefícios gerados pela tecnologia da Cummins Essa inovação da empresa será protagonista de forma mais inteligente, gerando uma maior flexibilidade e redução de custo e tempo de desenvolvimento, tendo em vista que foi projetada para substituir os motores a diesel, mantendo o trem de força, utilizando tecnologias com as quais os gerentes de frota e operadores estão acostumados. O resultado será uma maior capacidade para as montadoras de caminhões e frotistas personalizarem suas soluções de combustíveis para mitigar as emissões de carbono. De acordo com o líder para a América Latina para os negócios de New Power, Fábio Magrin, a Cummins percorre diversos caminhos, entre eles o uso do motor agnóstico a curto e médio prazo, acreditando que o futuro está na eletrificação e na célula de combustível, tanto para o setor de transportes quanto para o uso industrial. O engajamento da Cummins rumo à descarbonização vai além de oferecer o motor movido a hidrogênio. Desta forma, o objetivo é se tornar um agente essencial na substituição do diesel por combustíveis mais limpos. Recentemente, a Cummins apresentou no IAA Transportation, na Alemanha, um caminhão-conceito movido a hidrogênio verde que foi chamado de B6.7H (H2-ICE). O veículo tem peso bruto entre 10 e 26 toneladas para operar com combustível de hidrogênio, com autonomia operacional de até 500 km. O projeto Cummins H2-ICE usou um caminhão muito presente no transporte de distribuição. O trabalho de conversão de hidrogênio não interferiu no desempenho do caminhão e na capacidade de carga. Segundo o diretor de Vendas On-Highway da Cummins Brasil, Antonio Almeida, a substituição do Diesel pelo motor movido a hidrogênio de 6,7 litros e a integração com a linha de transmissão existente destacam a capacidade da Cummins em oferecer uma solução de carbono zero para as frotas. Reproduzido do original Click Petróleo e Gás: Motor a hidrogênio se torna viável graças à plataforma de combustível baixo carbono que acaba de ser lançada pela Cummins - CPG Click Petroleo e Gas
Lançada tecnologia capaz de transformar motor a hidrogênio viável content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
18 de nov. de 2022
In Informações e Conteúdos
No último dia 09 de novembro foi realizada a primeira edição do MTA Meeting no Dabi Business Park em Ribeirão Preto. Estiveram presentes os especialistas professores do MTA, Octávio Valsechi (Vico), Jorge Lopes, Ricardo Ventura, Cezar Faiad Neto e Vicente Broggio Filho, além de convidados e pessoas do setor sucroenergético. O evento marcou a realização do primeiro evento para reunir a equipe do MTA para troca de experiências com os profissionais do setor sucroenergético e o lançamento das turmas 2023 do MTA. O MTA (Master Technology of Administration) Gestão Industrial Sucroenergética é o primeiro curso de Pós-graduação Lato sensu no Brasil e único no mundo em Gestão Industrial Sucroenergética, foi criado em 2007 e nesses 15 anos de atuação já formou mais de 600 profissionais. Além da capacitação o evento marcou o lançamento da Bio Energy Academy, plataforma aberta de capacitação em energias renováveis. O Founder e CEO do Bio Energy Hub, Marcos Eduardo de Oliveira, foi o host e fez a abertura do evento, convidando o Gestor do Hub de Inovação do Dabi Business Park, Ricardo Agostinho, para dar as boas-vindas aos convidados e apresentar o empreendimento. Na sequência tivemos alguns painéis sobre a história do Setor Sucroenergético, Processo Fermentativo, Gestão de Ativos, Gestão de Insumos e Gestão de Pessoas. "Foi uma ótima oportunidade para aproximar especialistas com grande experiência e os profissionais que atuam no setor sucroenergético", conta Octávio Valsechi (Vico), Professor da UFSCar e Coordenador Acadêmico do MTA. Durante o evento foram sorteados alguns brindes para os participantes que tiveram à sua disposição por algumas horas, os maiores especialistas do setor sucroenergético. Confira abaixo como foi o evento:
Realizada a primeira edição do MTA Meeting e o lançamento do MTA 2023 content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
16 de nov. de 2022
In Informações e Conteúdos
A partir de uma técnica usada em exames laboratoriais de seres humanos, um grupo de pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP) pretende melhorar o processo de fermentação da biomassa da cana-de-açúcar que gera o etanol. “Bactérias e outros microrganismos costumam interromper o processo de fermentação. Isso implica em perdas enormes de etanol, que pode chegar a 5% dos cerca de 30 bilhões de litros produzidos por ano no Brasil”, diz o engenheiro agrônomo Carlos Alberto Labate, professor da Esalq-USP. O projeto será desenvolvido ao longo de três anos no âmbito do Centro de Pesquisa para Inovação em Gases de Efeito Estufa (RCGI), um Centro de Pesquisa em Engenharia (CPE) constituído por FAPESP e Shell na Escola Politécnica da USP. No estudo, os pesquisadores vão utilizar o Maldi-TOF MS, sigla em inglês para Matrix-assisted laser desorption ionization Time-of-Light Mass Spectrometry, aparelho que avalia as estruturas de proteínas encontradas em membranas de células. “É uma tecnologia descoberta na década de 1990, mas há cerca de 15 anos passou a ser utilizada em exames laboratoriais de pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva [UTI] com infecções graves e risco de vida. São pessoas que não podem esperar pelo resultado do exame comum de cultura de bactérias, que são demorados”, conta Labate. “Com o Maldi-TOF MS, o resultado da análise de uma pequena amostra de sangue do paciente sai em cerca de 15 minutos”. Segundo o especialista, a técnica consiste no uso de um feixe de laser com potência para fragmentar em pedaços menores as proteínas presentes nas membranas de bactérias e fungos e assim rastrear seus aminoácidos. “Na área médica, os espectros de massas dos peptídeos são imediatamente comparados a mais de 8 mil tipos de espécies de bactérias reunidas em um banco de dados criado pelo fabricante do aparelho”, explica o professor. Há cerca de cinco anos, o pesquisador começou a utilizar esse equipamento no Laboratório de Genética de Plantas, que chefia na Esalq-USP, com o objetivo de analisar a fermentação industrial de cana-de-açúcar. Desde então, a equipe do laboratório vem desenvolvendo um banco de dados a partir de amostras coletadas em usinas da empresa Raízen. “A ideia é identificar os microrganismos que estão nas dornas de fermentação e fazer um levantamento daquele conteúdo”, comenta. Ao longo do projeto, os pesquisadores pretendem ampliar esse banco de dados. As coletas serão realizadas em duas usinas da Raízen, localizadas em Piracicaba e Rafard, ambas no interior paulista. “A partir dos dados coletados em campo vamos treinar um programa de inteligência artificial para que possa identificar quais são os melhores marcadores metabólicos para a fermentação. Essas informações vão formar o repertório da máquina”, diz Labate, que completa: “No decorrer do projeto vamos acompanhar três safras de cana-de-açúcar. E isso é ótimo, pois quanto mais informação obtivermos, melhor será para o sistema computacional. ” Com essas informações em mãos, os pesquisadores avançarão para outra etapa do projeto: desenvolver sensores, por meio de parceria com a iniciativa privada, que serão instalados em dornas de fermentação. “Esses sensores vão trabalhar on-line, de forma autônoma, enviando dados em tempo real para o software aprimorado por nossa equipe. Essa inteligência artificial vai então registrar todas as informações, como, por exemplo, um aumento anormal da quantidade de bactérias na fermentação, e assim gerar uma tomada de decisão para auxiliar os técnicos da usina”, explica o professor. Reproduzido do original Analytica: Técnica biomédica será usada para tornar o processo de fermentação da cana-de-açúcar mais eficiente | Revista Analytica
Técnica biomédica será usada para tornar o processo de fermentação da cana-de-açúcar mais eficiente content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
03 de nov. de 2022
In Vagas de Emprego
Engenheiro Trainee content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
03 de nov. de 2022
In Vagas de Emprego
Supervisor de Moenda content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
26 de out. de 2022
Engenheiro(a) Mecânico Sr. Inspeção Corporativa content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
24 de out. de 2022
In Informações e Conteúdos
A Bio Energy Academy nasce com o propósito de compartilhar conhecimento em energias renováveis Em 2006 havia uma demanda grande das unidades sucroenergéticas por treinamento e não existiam cursos de capacitação específicos para essa área. Por isso idealizamos um curso que atendesse todos os colaboradores que trabalhavam ou que almejavam trabalhar no setor e em março de 2007 lançamos a primeira turma do primeiro curso de Pós-Graduação Lato sensu no Brasil em Administração de Tecnologia MTA (Master Technology Administration), e o único no mundo em Gestão Industrial Sucroenergética. Ano após ano o curso foi crescendo tornando-se referência no setor e na capacitação especializada. Após 15 anos foram capacitadas mais de 600 pessoas, realizadas mais de 10 mil horas de aulas e mais de 300 empresas impactadas que conseguiram se desenvolver com ajuda do conhecimento adquirido pelos alunos. Com o passar do tempo novas tecnologias surgiram e foram oferecidas para o desenvolvimento de atividades acadêmicas, principalmente as plataformas de ensino à distância. Devido essas mudanças, as exigências do mercado e da evolução do ensino e da própria sociedade, vimos a necessidade de remodelar o curso para continuar como referência no Setor Sucroenergético, oferecendo sempre conhecimentos de altíssima qualidade. Mas apenas isso não era o suficiente. Com o mesmo espírito visionário de 2007, idealizamos uma plataforma de capacitação para ajudar no desenvolvimento do setor sucroenergético e de energias renováveis em geral, atendendo as exigências ambientais, sociais e de governança (ESG). Essa plataforma moderna, permite acesso aos cursos de qualquer local do mundo, de forma online, e interagir com nossos especialistas para troca de experiências e transferência de conhecimento. Por ser uma plataforma aberta, permite que empresas e parceiros também ofereçam outros cursos de especialização com excelência e qualidade. O MTA é referência mundial em capacitação no setor sucroenergético Para lançar esse novo modelo de interatividade entre pessoas e saber, selecionamos o MTA como primeiro curso a ser oferecido nesse novo modelo. Não apenas a plataforma foi modernizada, mas toda a estrutura do curso, ou seja, o curso continua tendo 360 horas/aulas totais para ser considerado uma especialização, de acordo com as legislações vigentes do MEC, mas agora divididas em um núcleo básico com 200 horas/aulas, onde serão abordadas as características e especificidades da cana-de-açúcar, os processos realizados na transformação da matéria-prima, os processos de apoio, a comercialização dos produtos, coprodutos e subprodutos e uma seleção de cursos satélites que completa as demais 160 horas/aulas, onde os alunos escolhem as áreas de maior interesse que desejam se especializar como por exemplo: matéria-prima, manejo orgânico, processos, boas práticas de laboratório e de fabricação, produção de açúcar, etanol e energia, microbiologia, biogás e hidrogênio verde, sustentabilidade, inovação, entre outras. A turma 2023 possui vagas limitadas e já está com a pré-inscrição aberta, podendo ser realizada diretamente no nosso portal. Em breve serão lançados outros cursos em outras áreas de conhecimento que certamente complementarão o saber de um setor que é vitrine para o mundo, o nosso Setor Sucroenergético!
Lançada plataforma aberta de capacitação em energias renováveis content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
19 de out. de 2022
In Informações e Conteúdos
Inteligência artificial permite prever performance de cana-de-açúcar em campo Ricardo Muniz | Agência FAPESP – Estudo brasileiro publicado na revista Scientific Reports demonstra que, usando algumas técnicas de inteligência artificial, é possível criar modelos eficientes de seleção genômica de cana-de-açúcar e de forrageiras, capazes de predizer, a partir do DNA, a performance em campo dessas gramíneas. Em termos de acurácia, na comparação com as técnicas tradicionais de melhoramento, a metodologia desenvolvida com apoio da FAPESP apresenta um ganho de 50% na capacidade preditiva. É a primeira vez que o método baseado em aprendizado de máquina foi proposto para plantas poliploides (nas quais as células possuem mais de dois pares de cromossomos), como é o caso das gramíneas estudadas, viabilizando sua seleção genômica com alta eficiência. Aprendizado de máquina é uma subárea da ciência da computação que envolve métodos de estatística e otimização. Com inúmeras aplicações, seu objetivo é criar algoritmos que consigam extrair de maneira automática padrões de um conjunto de dados. Pode ser útil para predizer a performance de uma planta – por exemplo, se ela é resistente ou tolerante a algum tipo de estresse biótico (pragas e doenças causadas por insetos, nematoides, fungos ou bactérias) ou abiótico (frio, déficit hídrico, alta salinidade ou deficiência nutricional do solo). Já o que tradicionalmente se faz nos programas de melhoramento são cruzamentos. “Você estabelece populações por meio de cruzamentos de plantas que sejam interessantes. No caso da cana, uma que produza muito açúcar com outra que seja mais resistente, por exemplo. Você cruza e avalia a performance dos genótipos oriundos desses cruzamentos em campo”, explica Alexandre Hild Aono, cientista da computação formado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e autor principal do artigo. “Mas esse processo de avaliação leva muito tempo e é caro. Já pelo método que a gente propôs, é possível predizer qual será a performance dessas plantas antes mesmo de elas crescerem. Conseguimos por meio do material genético ter uma estimativa de como será o rendimento. Isso é bastante interessante, pois poupa muitos anos de avaliação.” No caso da cana-de-açúcar, o desafio é extremamente complexo. O melhoramento tradicional leva entre nove e 12 anos e custa muito caro, explica Anete Pereira de Souza, professora titular do Departamento de Biologia Vegetal do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) que orientou Aono em seu doutorado, realizado no Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética (CBMEG). “A partir do momento em que o melhorista identifica uma planta interessante, multiplica por clones para que aquele genótipo não seja perdido. Mas isso demora e custa muito. Um exemplo extremo é o melhoramento de seringueira, que leva até 30 anos”, diz Souza. Para superar tais dificuldades, conta a cientista, é possível recorrer ao “melhoramento de plantas 4.0”, que é altamente dependente da análise de dados e ferramentas computacionais e estatísticas de alta eficiência. Cada genotipagem por sequenciamento pode envolver 1 bilhão de sequências. O grande desafio que os cientistas enfrentam com as plantas poliploides, caso da cana-de-açúcar e das gramíneas forrageiras, é sua complexidade genômica. “Neste caso, nem se sabia se a seleção genômica seria possível, em virtude da escassez de recursos e da dificuldade de se trabalhar com essa complexidade”, explica Aono. Alta complexidade Os pesquisadores contam que a seleção genômica começou com plantas diploides [células com dois conjuntos de cromossomos], que têm uma genética mais simples. “Só que as nossas plantas tropicais, de grande valor, não são diploides, são poliploides, e aí é complicado", explica Souza. Enquanto os seres humanos e quase a totalidade dos animais são diploides, a cana-de-açúcar pode ter até 12 cópias de cada cromossomo. Isso significa que cada indivíduo na espécie humana pode possuir até duas formas variantes de cada gene, uma herdada do pai e outra da mãe. Já na cana essa complexidade é bem maior, uma vez que um dado gene pode teoricamente possuir muitas variantes no mesmo indivíduo. Dentro do genoma da cana-de-açúcar, há regiões que possuem seis conjuntos cromossômicos e outras com oito, dez, ou até mesmo 12 conjuntos. "A genética fica tão complicada que o melhorista trabalha com a cana como se ela fosse diploide." Em 2001, Theo Meuwissen, cientista da Norwegian University of Life Sciences, fez a associação do genoma com o fenótipo (as características visíveis) e foi aí que surgiu o que se chama hoje de seleção genômica. Isso representou uma vantagem imensa para o melhoramento de plantas, pois passou a associar as características fenotípicas que interessavam – seja volume de produção, quantidade de açúcar ou precocidade da planta – às bases do genoma chamadas SNPs (sigla para single nucleotide polymorphism ou polimorfismo de nucleotídeo simples), explica Souza. “É a diferença no genoma entre um indivíduo e outro: por exemplo, aquele que tem um A [que corresponde ao nucleotídeo adenina] produz um pouquinho mais do que aquele que tem um G [nucleotídeo guanina] naquele mesmo local do genoma. Isso mudou tudo. A partir do momento em que você encontra associação de algo que você busca, como uma produção alta de açúcar, com SNPs específicos em diferentes locais do genoma, você pode passar a fazer só o sequenciamento daquela população que é o foco do melhoramento.” Com o avanço proposto por Aono e colegas, não é mais necessário plantar e fenotipar ao longo de todo o ciclo de melhoramento. “Fazemos experimentos no campo nos primeiros ciclos do programa para obtermos o fenótipo de interesse de cada clone. Paralelamente, sequenciamos todos os clones da população de melhoramento de uma forma bastante simples, não sendo necessário termos o genoma completo de cada clone. É o que chamamos de genotipagem por sequenciamento, ou seja, um sequenciamento parcial para buscar as diferenças e semelhanças de bases entre os diferentes clones, que serão associadas às produções de cada clone. A associação entre o fenótipo e o genoma permite identificar quem produz mais e quais são os SNPs associados à maior produção. Dessa forma, é possível identificar um clone que tem grande parte dos SNPs que contribuem para a maior produção observada nos experimentos iniciais. Assim, obtemos a variedade mais produtiva de modo mais rápido e com menor custo”, detalha Souza. O sucesso do projeto foi possível graças à colaboração de vários anos com cientistas de diferentes instituições de pesquisa e universidades, tais como Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), Instituto de Ciência e Tecnologia da Unifesp, Instituto Agronômico de Campinas - Centro de Cana (Ribeirão Preto), Embrapa Gado de Corte (Campo Grande, MS), Instituto Tecnológico de Aeronáutica (São José dos Campos) e Instituto Roslin da Universidade de Edimburgo (Escócia). O artigo A joint learning approach for genomic prediction in polyploid grasses pode ser lido na íntegra em: www.nature.com/articles/s41598-022-16417-7. Reproduzido do original Agência FAPESP: Inteligência artificial permite prever performance de cana-de-açúcar em campo | AGÊNCIA FAPESP
Inteligência artificial permite prever performance de cana-de-açúcar em campo content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
19 de out. de 2022
In Vagas de Emprego
Gestor de Produção Açúcar content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
27 de set. de 2022
Analista de Laboratório Sênior content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
23 de set. de 2022
Gestor(a) de Produção de Açúcar e Etanol content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
23 de set. de 2022
In Informações e Conteúdos
Estudo da ADAC aponta que a melhor maneira de carregar o carro elétrico é em wallbox de pelo menos 11 ou 22 kW Carros elétricos 'puxam' mais eletricidade da rede ao carregar do que o que chega efetivamente na bateria. Mas, embora a eficiência de muitos aparelhos elétricos seja uma informação importante na ficha técnica, os fabricantes de carros elétricos não têm comentado sobre as perdas de carregamento. A ADAC, maior clube de automobilismo da Europa, determinou agora como essas perdas de carregamento ocorrem e quais opções de carregamento são mais eficientes. Os especialistas compararam o carregamento na tomada doméstica com a recarga em um carregador do tipo Wallbox. O Renault Zoe, o Tesla Model 3, o Volkswagen ID.3 e o Fiat 500e foram utilizados como veículos de teste. Carros elétricos: perdas durante a recarga em AC As maiores perdas – entre 10 e 30% – ocorrem nas tomadas domésticas. Especialmente o Renault Zoe teve um desempenho extremamente ruim aqui com uma perda de quase 30%. No entanto, isso também inclui a fiação da tomada ao carregar em casa. Aqui, até 4% de perda de linha já é possível (de acordo com o padrão din VDE 0100). Com um wallbox, as perdas são reduzidas para 5 a 10%, graças ao tempo de carregamento significativamente menor. Nessa condição o mais eficiente foi o Fiat 500e, que perdeu pouco mais de 5%. Em temperaturas muito baixas, carros elétricos também 'roubam' um pouco mais de energia da rede elétrica em casos excepcionais, a fim de aquecer suas baterias. É o caso, por exemplo, do VW ID.3 com o software 2.3. Nesses casos, a perda pode subir para até 20%. No entanto, a versão atual do software ID já está atualizada com a versão 3.4. Tanto a tomada doméstica quanto o wallbox apresentam o carro elétrico com o mesmo desafio: eles fornecem corrente alternada, que deve ser convertida em corrente direta para as baterias. Isso é feito pelo carregador a bordo, mas claro que não sem perdas: Cerca de 5 a 10% da energia evapora aqui na forma de calor. Durante todo o processo de carregamento, a eletrônica a bordo e parte das unidades de controle do veículo também estão ativas. Esses dispositivos também consomem eletricidade, e logicamente na proporção em que você carrega. Ao carregar com corrente alternada, aplica-se, portanto, a regra de ouro: quanto maior a potência de carregamento, menor o tempo de carregamento e, portanto, também a perda. Quanto maior a potência de carregamento, menor a perda de carregamento Para evitar grandes perdas de carregamento, você deve, portanto, carregar em um wallbox com pelo menos 11 ou 22 kW, recomenda a ADAC. No inverno, você também deve carregar o mais rápido possível após o término de uma viagem, enquanto a bateria ainda está quente. Além disso, o automóvel clube exige que os fabricantes de automóveis informem os compradores sobre as perdas durante a recarga para várias opções de carregamento de forma transparente no futuro Reproduzido do original Insideevs: Carro elétrico tem perda de até 30% durante a recarga em tomada residencial (uol.com.br)
Carro elétrico tem perda de até 30% durante a recarga em tomada residencial content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
21 de set. de 2022
In Vagas de Emprego
Supervisor(a) de Cultivo content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
15 de set. de 2022
Analista de Planejamento Automotivo Pleno content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
15 de set. de 2022
Analista de Planejamento Agrícola content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
15 de set. de 2022
Supervisor(a) de Produção Agrícola content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
15 de set. de 2022
In Vagas de Emprego
Engenheiro Químico content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
12 de set. de 2022
COORDENADOR(A) DE PRODUTIVIDADE - PROCESSOS DE MELHORIA CONTÍNUA content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
09 de set. de 2022
Engenheiro de Produção Trainee content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
08 de set. de 2022
Vagas em Aberto Unidade Andrade content media
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Marcos Eduardo de Oliveira

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