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Marcos Eduardo de Oliveira
09 de mai. de 2022
In Informações e Conteúdos
Análise da Irena aponta que o transporte de hidrogênio verde na forma de amônia, via navios, será a mais competitiva para longas distâncias Diálogos da Transição Editada por Nayara Machado nayara.machado@epbr.com.br Uma análise da Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena, na sigla em inglês) aponta que o transporte de hidrogênio via navios, na forma de amônia, será a forma mais competitiva de fazer o novo energético atravessar longas distâncias. O hidrogênio verde está entre as grandes apostas para entregar energia limpa para setores difíceis de descarbonizar. Mas ainda há dúvidas sobre como será o transporte e distribuição, dadas sua alta volatilidade e localização dos projetos, já que muitos dos investimentos estão a um oceano de distância dos centros de consumo. Uma das soluções em foco é o aproveitamento das infraestruturas de gás natural. Outra, é a definição de corredores marítimos de amônia limpa. O documento da Irena aponta os dois caminhos como os mais atraentes até 2050: amônia em navios para grandes distâncias, redes de dutos para interiorização e distâncias mais curtas. “Os navios de amônia são os mais atraentes para uma ampla gama de combinações. O custo de envio é relativamente pequeno em comparação com o custo de conversão de/para amônia e o custo de armazenamento. Assim, distâncias maiores têm impacto limitado no custo total, tornando-o mais atrativo à medida que a distância aumenta”, diz o estudo. Já o custo dos dutos aumenta linearmente com a distância, o que torna a opção mais barata para distâncias curtas de até 3.000 km. “O custo do transporte dutoviário varia de acordo com a vazão transportada — o dobro do diâmetro significa aproximadamente o dobro do custo, mas quatro vezes a vazão, o que reduz o custo específico por unidade de hidrogênio transportada. Por esse motivo, a distância em que os dutos são mais atraentes se expande à medida que o tamanho do projeto aumenta”. Nos casos em que é possível reaproveitar a rede de dutos existente para o gás natural (por exemplo, América do Norte, Europa ou leste da China), o custo de investimento pode ser 65-94% menor do que o custo de um novo duto de hidrogênio. “Isso expande significativamente a distância ao longo da qual os dutos são atraentes para até 8.000 km. É quase o dobro da distância da Ucrânia à Espanha ou da costa leste à oeste dos Estados Unidos”. A economia, no entanto, fica condicionada à existência prévia da infraestrutura e à redução simultânea (geográfica e temporal) na demanda de gás natural. A Europa já tem experiência de redirecionamento de gasodutos para hidrogênio, na Holanda, e há planos para estabelecer uma rede regional. “Mesmo para combinações de distância e fluxo onde os navios são os mais atraentes, os dutos ainda podem desempenhar um papel no transporte de hidrogênio para o interior para centros de demanda que não estão no litoral”, destaca. Três alavancas estão disponíveis para reduzir o custo de transporte até 2050, diz a Irena: Inovação para reduzir o consumo de energia para a liquefação do hidrogênio e a conversão em amônia e depois reconversão em hidrogênio; Economias de escala: o custo poderia cair até 80% ao atingir a maior escala possível para cada parte da cadeia de valor; Aprender fazendo: a experiência global e o compartilhamento de lições levam a uma redução de custos de projetos iniciais que não tinham referência anterior, para o desenvolvimento de um padrão e a uma abordagem modular para muitos equipamentos. A agência estima que seria possível reduzir os custos de transporte para níveis de US$ 0,7-1,2/kgH2 até 2050 (para 10.000 km) nas condições mais otimistas. No entanto, eles também podem ser mais altos em US$ 1,3-1,6/kgH2 para um cenário com menos inovação e coordenação global. “Isso coloca o custo de transporte aproximadamente na mesma ordem de grandeza do custo de produção, o que significa que um exportador deve ter cerca de metade (dependendo da distância) do custo de produção de um importador para ser atraente”. Algo que ainda está longe da realidade, já que hoje existem apenas pilotos para algumas das etapas. “Olhando para o curto prazo, a amônia e os dutos existentes parecem ser os melhores lugares para começar”. Segundo a Irena, mais de 120 portos já contam com infraestrutura de amônia e 10% da produção global já é comercializada. Quando a amônia renovável for produzida, ela pode ser misturada em qualquer proporção com amônia de origem fóssil sem demandar mudanças na infraestrutura — o que facilita o comércio inicial. A amônia tem um mercado existente de 183 milhões de Mt/ano, que deverá crescer para mais de 600 Mt/ano em 2050. IPO para amônia limpa A Yara International anunciou na quarta (4/5) que avalia uma potencial oferta pública inicial (IPO, em inglês) de seu negócio Yara Clean Ammonia (YCA) na Bolsa de Valores de Oslo. A possível listagem será focada em atrair investidores minoritários e faz parte da estratégia de desenvolver uma economia do hidrogênio, onde a amônia limpa será utilizada em combustíveis de transporte de emissão zero, geração de energia, produção de fertilizantes verdes e outras aplicações industriais. De acordo com o planejamento de IPO da Yara, que permanecerá como proprietária majoritária e parceira preferencial da YCA, a divisão pretende expandir tanto upstream quanto midstream e downstream na cadeia de valor de amônia limpa. A previsão da empresa é que o mercado global cresça mais que o dobro do volume atual até 2050. publicidade No Brasil Suape planeja novos investimentos em gás e hidrogênio… A administração do Porto de Suape (PE) espera recuperar em 60 dias a autonomia da gestão do complexo portuário e, assim, desburocratizar e acelerar os processos licitatórios. O porto espera um desfecho sobre o assunto junto ao governo federal, num momento em que busca atrair investidores para a expansão da infraestrutura de gás — e, numa perspectiva de mais longo prazo, tem planos de se consolidar como um dos principais polos de hidrogênio verde do país. Atualmente, Suape tem seis memorandos de entendimento com empresas interessadas na produção de hidrogênio verde no porto, com a Qair, Casa dos Ventos, Brid Logístic, White Martins/Linde, Neoenergia e Suape-Senai. O projeto da francesa Qair, sozinho, pode representar investimentos da ordem de R$ 20 bilhões. “Essas conversas ainda estão numa fase bem inicial. Ainda não é possível dizer o volume de investimentos que essas empresas farão ou quanto de energia que será produzido”, explica o diretor de Desenvolvimento e Negócios de Suape, Luiz Barros. …e produtores de biodiesel buscam aliados. Para tentar reverter decisão do governo de reduzir o mandato de biodiesel para 10% até o final do ano, produtores buscam apoio do agro em uma proposta que será apresentada pela Frente Parlamentar do Biodiesel (FPBio). As três associações do setor, Abiove, Aprobio e Ubrabio, se reuniram em Brasília esta semana com deputados federais e organizações do agronegócio. Entre eles, os deputados Alceu Moreira (MDB/RS), Danilo Forte (União/CE) e Pedro Lupion (PP/PR), vice-líder do governo na Câmara e presidente da FPBio; e diretores da Aprosoja, da Associação Brasileira de Proteína Animal e da Associação Brasileira de Criadores de Suínos. O argumento é que a produção de biodiesel aumenta a oferta de farelo de soja, utilizado na ração animal, o que abriria espaço para baixar o custo de produção de proteína animal. Também esta semana, o CEO da produtora de biodiesel BSBIOS, Erasmo Carlos Battistella, pediu apoio à política de biocombustíveis durante encontro da Organização Mundial do Turismo (UNWTO), na sede da ONU, em Nova York. O executivo lançou o manifesto “a descarbonização precisa de biocombustível e o biocombustível precisa de aliados” pedindo políticas públicas claras e estruturas regulatórias estáveis para atrair novos investimentos. Reproduzido do original: epbr Amônia e rede de dutos: as apostas para transportar hidrogênio verde (epbr.com.br)
Amônia e rede de dutos: as apostas para transportar hidrogênio verde content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
08 de mai. de 2022
In Informações e Conteúdos
Márcio de Lima Leite, que nesta segunda-feira (2) assumiu a presidência da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) no lugar de Luiz Carlos Moraes, revelou ter esperança de recolocar a indústria brasileira de automóveis na rota do crescimento. “Estamos diante de um grande desafio, e temos muito a contribuir. Temos a responsabilidade de decidir o nosso futuro. Ninguém vai decidir por nós. As montadoras têm que influenciar as matrizes. Pensar grande. Nós somos grandes. O setor é grande.O desafio que está por vir é muito grande, mas possível. Temos condições de transformar o País”, avisou. Segundo o novo presidente, o setor da indústria automobilística representa 20% do PIB Industrial do Brasil, gera 1,2 milhão de empregos e tem a capacidade de produzir até 4,5 milhões de carros por ano, em um ecossistema que conta com 98 mil fornecedores no total. Por conta disso, é obrigatório olhar não apenas para a América Latina, mas para o mundo. “O Brasil tem desafios, mas o que evoluímos nesses últimos anos é algo impensável. Temos capacidade de competir nos principais mercados, e não apenas nos leves. O desafio é dar competitividade da porta para fora. O Brasil vai ser um grande player. Pode dar ao mundo o que o mundo não tem”, apostou. Eletrificação + etanol: O que o mundo não tem Porta-voz das montadoras de carros no Brasil, o presidente da Anfavea, assim como já havia feito Pablo Di Si, CEO da Volkswagen, em entrevista exclusiva ao Canaltech, não ficou em cima do muro quando questionado sobre o futuro da eletrificação dos carros no Brasil. Para ele, a eletrificação é importante, mas o etanol também não pode ser desprezado: “Toda montadora vai para a eletrificação, e isso é ótimo, mas o objetivo principal é a descarbonização da frota do País. Hoje temos a melhor alternativa, que é o etanol. O Brasil terá um momento diferente em relação a eletrificação. Precisamos de um olhar atento para que não busque apenas a eletrificação. A solução brasileira do etanol deve ser trabalhada com olhar atento. É fantástica e não pode ser encarada como atraso em relação à eletrificação. Será um mix para o futuro”. Carro acessível é sonho da Anfavea Eletrificação à parte, Márcio de Lima Leite revelou que um de seus grandes sonhos é trazer de volta ao Brasil algo que há um bom tempo é dado como morto: o conceito do carro popular. Márcio preferiu não entrar no mérito dos preços atuais dos carros no Brasil, pois, segundo ele, “cada montadora tem sua política e sua realidade”. Em vez disso, o executivo preferiu afirmar que “a inflação é algo geral”, mas avisou: “Tornar o automóvel acessível à classe mais baixa é fundamental, mas é impensável termos uma taxa de juros de 27% ao ano aos que tomam crédito. À medida que as coisas voltem à normalidade, o mercado deve crescer”. Reproduzido do original: Canal Tech Novo presidente da Anfavea vê eletrificação dos carros passando pelo etanol - Carros (ampproject.org)
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Marcos Eduardo de Oliveira
04 de mai. de 2022
In Informações e Conteúdos
O mundo enfrenta um desafio global em relação à mudança climática e entendemos que o biogás é uma solução chave para cumprimento dos objetivos de zero emissões da transição energética no Brasil e no mundo. A partir de subprodutos da cana-de-açúcar, produzimos o biogás, que é fonte de bioeletricidade e biometano. Assista o vídeo e saiba mais sobre essa tecnologia avançada! Reproduzido do original: YouTube Raízen
Como o biogás é produzido content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
04 de mai. de 2022
In Informações e Conteúdos
O Brasil é líder mundial na produção de açúcar, etanol e outros produtos e subprodutos advindos da cana-de-açúcar e no desenvolvimento e produção de tecnologias para o setor sucroenergético. Um dos propósitos do Bio Energy Hub é unir as inovações e novas tecnologias com a experiência e o conhecimento dos profissionais que atuam no setor sucroenergético. Pensando nisso criamos um glossário de termos para preservar a história e a cultura do setor sucroenergético. HILO Guincho que faz o tombamento da cana-de-açúcar dos caminhões para a mesa alimentadora que leva a matéria-prima para o processo de extração. O nome HILO teve origem nas siglas HI e LO apresentadas nos dois botões de operação no painel do equipamento. Essas siglas são a abreviação das palavras em inglês HIGH (alto) e LOW (baixo), que eram usadas para levantar (high) ou abaixar (low) as carrocerias dos caminhões e realizar o tombamento da cana-de-açúcar. Por isso esse equipamento ficou conhecido pelo termo HILO. Outra teoria é que esse equipamento tenha sido desenvolvido na cidade de Hilo no Havaí, por isso o motivo do seu nome. Cush Cush Peneira de esteira destinada a reter bagacilhos, palhas e demais materiais que acompanham a cana-de-açúcar vinda do canavial. Uma das origens do nome Cush Cush, é devido ao som emitido pelo equipamento durante sua operação, que se assemelha ao som das palavras cush cush. Ajude a gente a preservar a história do setor sucroenergético, envie um termo e a sua história: https://forms.gle/3S9aqnDnqAACVGqc9
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Marcos Eduardo de Oliveira
04 de mai. de 2022
In Informações e Conteúdos
Em parceria com o Sebrae vamos participar da Agrishow, a maior feira de Agronegócios da América Latina, que acontecerá nos próximos dias 25 a 29 de abril. Venha nos visitar no estande D6C e conhecer o melhor da inovação e sustentabilidade: fertilizantes orgânicos, protocolo de manejo sustentável, solução de micrologística de colheita, controle de peso embarcado, gestão de fertirrigação, predição de incêndio, marketplace de créditos de carbono, biocoin e muito mais. @sebrae @sebraesp @feiraagrishowoficial
Agrishow: Nossas Soluções content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
04 de mai. de 2022
In Informações e Conteúdos
Nossa participação na Agrishow foi um sucesso!!!🚀🚀🚀 Nessa edição conseguimos levar empreendedores tradicionais, startup de tecnologia e jovens estudantes que poderão ser futuros empreendedores😊 Nossas duas empresas que participaram e as outras dezoito que representamos no evento, todas saíram muito satisfeitas com os contatos realizados e possíveis parcerias de negócio.👍 Gostaríamos de agradecer ao Sebrae for Startups pela excelente iniciativa.👏 #sebraeforstartups #sebraesp #agrishow #agritech #startups #inovação #sustentabilidade
Agrishow 2022: Post Show content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
18 de abr. de 2022
In Informações e Conteúdos
Em parceria com o Sebrae vamos participar da Agrishow, a maior feira de Agronegócios da América Latina, que acontecerá nos próximos dias 25 a 29 de abril. 🚜 Venha nos visitar no estande D6C e conhecer nossa solução de peso embarcado para caminhões e implementos: monitore o peso durante o carregamento no campo, controle o esforço realizado em cada eixo, reduza os impactos com manutenção da sua frota, evite multas.🚜🚛🚚 A Peso Certo é uma startup de gestão de peso embarcado para caminhões e implementos. Multas Exceder o peso é considerado infração de natureza média, prevista no artigo 231, inciso V, do Código Brasileiro de Trânsito (CTB), sendo punida com multa e retenção do veículo para o transbordo da carga excedente. Veja bem: MULTA MAIS RETENÇÃO DO VEÍCULO PARA O TRANSBORDO NA CARGA EXCEDENTE Apenas uma multa você perde o dinheiro dessa e outras viagens só para pagar a multa. E numa frota como a que conhecemos de 200, 300 caminhões bitrem, por exemplo, imagine a dor de cabeça? Sem monitorar o peso é grande o prejuízo com multas. Manutenção O gestor que trabalha com frotas de transporte de cargas tem um custo muito alto de manutenção, em algumas empresas os custos com manutenção só perdem pra a folha de pagamento. E os custos de manutenção estão diretamente ligados ao excesso de peso que você transporta. Se você carrega mais peso - vamos supor, num bitrem de madeira, você desgasta mais os componentes de todo o sistema. O peso excedente exige mais dos componentes do caminhão. Quem mais sofre são a suspensão e os pneus, que passam por desgastes mais acentuados. A vida útil da transmissão e dos freios também é diminuída. Há também uma questão de segurança envolvida. Mais pesado o veículo exige mais dos freios que podem ficar superaquecidos e com isso podem não funcionar na hora que for mais preciso. Sem contar que, ao exigir mais torque - as peças internas do motor também são prejudicadas. O resultado é o aumento do número de revisões e da manutenção. Excesso de Carga Para algumas empresas ainda o excesso de carga parece ser uma vantagem. Porém, quando o caminhoneiro coloca no papel todos os riscos e danos que transportar com excesso de carga percebe que, na verdade, pode ter muitos prejuízos: Mais Combustível - Você está feliz porque transportou, em uma única viagem, diríamos, 15% a mais de carga do que o estipulado no manual do proprietário. Tudo bem, mas no sentido oposto, você também gastou mais combustível. Para movimentar o peso demasiado, o veículo precisa manter rotações maiores, saindo de sua faixa de eficiência energética. Transportar mais peso exige mais força, resultando em maior gasto de energia. Principalmente em subidas, vias com muito quebra-molas ou esburacadas. Menos Estabilidade: O transporte de carga acima do limite da capacidade compromete a dirigibilidade. Dessa forma, manobras mais delicadas como a execução de curvas podem ser dificultadas. A estabilidade também é prejudicada. Qualquer movimentação da carga excedente será capaz de torcer a carroceria do veículo. Dirigibilidade e estabilidade comprometidas resultam em mais facilidade de tombamento do veículo. Menos Velocidade: Como o caminhão precisa fazer mais força para transportar um peso maior do que aquele para o qual foi projetado, o motor e outros componentes perdem a capacidade de responder adequadamente aos comandos do condutor e evitar situações críticas no trânsito. Assim, a velocidade diminui assim como a resposta do sistema de frenagem. Isso torna a viagem mais lenta e perigosa. Ou seja, o motorista vai demorar mais para chegar ao destino. Maior Emissão de gases poluentes: Caminhão com mais peso do que o indicado exige mais do motor e queima mais combustível, certo? Consequentemente, emite mais gases poluentes. Também reduz a vida útil de filtros e do próprio óleo do motor, gerando outros tipos de resíduos poluentes com mais frequência. Danos às Rodovias: O caminhão com excesso de peso também causa mais danos às rodovias. Isso porque esse peso a mais é transferido para o solo causando deformidades no asfalto e até buracos, que se transformam em obstáculos para os próprios veículos de carga. Ora, uma pista irregular e com buracos, resulta em maior gasto de pneus, diminuição do tempo de vida da suspensão, dos freios e na própria depreciação do veículo. Venha conhecer nossas soluções de monitoramento e controle de peso durante o carregamento no campo, controle o esforço realizado em cada eixo, reduza os impactos com manutenção da sua frota, evite multas.🚜🚛🚚
Peso Certo: Gestão de Peso Embarcado content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
14 de abr. de 2022
In Informações e Conteúdos
Em parceria com o Sebrae vamos participar da Agrishow, a maior feira de Agronegócios da América Latina, que acontecerá nos próximos dias 25 a 29 de abril. Venha nos visitar no estande D6C e conhecer o melhor da inovação e sustentabilidade: fertilizantes orgânicos, protocolo de manejo sustentável, solução de micrologística de colheita, controle de peso embarcado, gestão de fertirrigação, predição de incêndio, marketplace de créditos de carbono, biocoin e muito mais. Saiba mais em https://agrishow.com.br #inovação#startup#sustentabilidade#agro
Estaremos na Agrishow 2022 content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
22 de mar. de 2022
In Informações e Conteúdos
Além de isentar impostos produtores que aproveitarem resíduos urbanos e da agricultura para produção do combustível, iniciativa incluiu o composto no mercado de créditos de carbono O governo federal lançou nessa segunda-feira (21) um programa com medidas de incentivo à produção e ao uso sustentável de biometano. Além de isentar impostos produtores que aproveitarem resíduos urbanos e da agricultura para produção do combustível, o governo federal incluiu o metano no mercado de créditos de carbono, iniciativa inédita no mundo. O programa "Metano Zero" tem como fim reduzir a dependência de combustível fóssil e vai na direção do compromisso global sobre o tema assinado na Conferência da ONU sobre o Clima (COP26). "A produção do gás verde não terá o custo elevado com impostos, será isenta de PIS/Cofins e ICMS", disse o presidente Jair Bolsonaro (PL), ao lançar o programa em cerimônia no Palácio do Planalto. "Podemos em curto espaço de tempo substituirmos em grande parte o consumo de diesel do Brasil." Portaria assinada pelo presidente permite às usinas de produção de biometano e biogás, também conhecido como "gás verde", aderir ao Reidi (Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento de Infraestrutura), que isenta novos projetos de PIS/Cofins. Segundo o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, a expectativa é que o país possa produzir o equivalente a 120 milhões de metros cúbicos de gás por dia em um período de dez anos. Hoje, a capacidade do gasoduto Bolívia/Brasil é de 30 milhões/dia. 1 de 1 Programa "Metano Zero" tem como fim reduzir dependência de combustível fóssil e incluiu composto no mercado de créditos de carbono — Foto: Charlie Riedel/AP Programa "Metano Zero" tem como fim reduzir dependência de combustível fóssil e incluiu composto no mercado de créditos de carbono — Foto: Charlie Riedel/AP "O Brasil hoje importa 30% do diesel consumido, o biometano poderá eliminar esta necessidade de importação de diesel em 10 anos. Isso é muito importante em termos de sustentabilidade e menos emissão de gás carbônico", frisou Albuquerque. Além de baratear os custos, o governo aposta no combustível produzido a partir de resíduos para reduzir as emissões de gás metano, uma das principais preocupações das potências mundiais discutidas na última COP-26. "Vamos reduzir as emissões de gás metano em até 36%; é o volume que pode ser reduzido quando você transforma aquilo que era lixo orgânico em energia, biogás, evitando que isso vá para a atmosfera", explicou o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite. Com a criação do mercado de créditos de metano, explicou Leite, haverá ainda mais incentivo a empreendimentos no setor. A iniciativa é inédita no mundo. "O governo federal está criando o mercado regular de carbono e dentro deste programa nós criamos um específico para crédito de metano. Será uma receita adicional aos projetos de usinas de biogás e biometano. A partir de hoje, o governo federal reconhece o crédito de metano como uma moeda verde, um ativo ambiental daqueles que trabalharem o resíduo e conseguirem reduzir a emissão de metano", explicou Leite. O acordo de metano assinado na COP-26 trouxe oportunidades ao Brasil, acrescentou o secretário-adjunto de Clima e Relações Internacionais do Ministério do Meio Ambiente, Marcelo Donini Freire. "O metano é um gás de efeito estufa com potencial de aquecimento de 21 a 23 vezes, então cada crédito de metano equivale de 21 a 23 vezes um crédito de carbono. Isso representa uma vantagem financeira que pode fazer toda a diferença para viabilizar projetos que antes não paravam de pé", argumentou. Segundo o secretário, o potencial estimado do biometano no Brasil é "da ordem de um pré-sal", em termos de gás natural. Hoje, o país aproveita apenas 2% deste potencial. Como forma de demonstrar a operação de veículos movidos a biometano, empresários do setor levaram exemplares ao Palácio da Alvorada, no início da manhã. Bolsonaro acompanhou uma demonstração dos veículos e se dirigiu ao Palácio do Planalto conduzindo um trator movido a biometano. Reproduzido do Original: Valor Econômico Governo lança 'Metano Zero', programa de incentivo aos biocombustíveis, alinhado à COP26 | Brasil | Valor Econômico (globo.com)
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Marcos Eduardo de Oliveira
15 de mar. de 2022
In Informações e Conteúdos
Disparada do preço do níquel, causada pela guerra e enorme posição vendida em Londres, pode provocar ruptura na produção de baterias A guerra na Ucrânia está impondo toda sorte de desafios à já conturbada transição para uma economia de baixo carbono. Se a disparada no preço do petróleo torna mais caro o combustível fóssil, as sanções e boicotes à Rússia também têm potencial de disrupção de fornecimento na indústria de veículos elétricos. Esse risco começou a se materializar, ontem, quando o preço do níquel protagonizou o que alguns analistas chamaram de ‘o cisne negro dos cisnes negros’, numa referência a eventos no mercado financeiro que são imprevisíveis, extremamente raros e de impacto severo e persistente. Numa decisão inédita, a London Metal Exchange, maior bolsa de metais do mundo, teve que suspender as negociações do níquel na manhã de ontem depois que o preço do contrato de três meses mais que dobrou, ultrapassando os US$ 100 mil por tonelada. O metal já havia subido 80% na véspera, levando a uma alta de 250% em apenas dois dias. O níquel é um insumo crítico das baterias de lítio, usadas em eletrônicos e veículos elétricos. A disparada de preços põe em xeque os ambiciosos programas de veículos elétricos mundo afora. Leia mais Ontem mais tarde, a bolsa informou que as negociações ficarão suspensas pelo menos até sexta-feira, enquanto tenta encontrar formas de cobrir uma enorme posição vendida no metal, responsável pelo colapso do mercado. A LME teria dado tempo adicional para que uma unidade do China Construction Bank, um dos maiores bancos chineses, pague centenas de milhões de dólares em chamada de margem. O que se comenta é que a grande posição vendida pertence ao Tsingshan Holding Group, titã chinês do níquel controlado pelo magnata Xiang Guangda e grande fornecedor da indústria de baterias na China e em outros países. Segundo a imprensa chinesa, as perdas da empresa nos contratos futuros estariam em US$ 8 bi. A Rússia é um dos maiores produtores mundiais de níquel, enquanto a russa Nornickel é a maior produtora do metal de alta qualidade, do tipo usado na fabricação de baterias. Diante do receio de que o produto sofra embargos num mercado que já vinha pressionado pela demanda aquecida, os preços dispararam. Com esse cenário, muitos vendedores a descoberto (que vendem os contratos apostando na queda, sem ter o metal para entregar, em busca do ganho financeiro), correram para cobrir suas posições vendidas, levando ao short-squeeze. Ontem, no fim do dia, Vladimir Putin adicionou ainda mais risco ao declarar, em resposta ao embargo americano ao petróleo russo, que proibirá a exportação de commodities. A lista dos itens proibidos, que pode incluir o níquel, será definida nos próximos dias. No Brasil, o quadro de escassez do metal beneficia a Vale, uma das maiores produtoras do mundo, com minas no Canadá, onde adquiriu a Inco nos anos 2000, na Indonésia e também no Estado do Pará. Insumo para baterias Dificilmente o preço do metal deva se firmar no patamar alcançado e ainda é cedo para prever todas as consequências da disrupção do fornecimento para o segmento de carros elétricos, que vem em franca expansão. Contas feitas por analistas do Bank of America indicam que, se os preços do níquel se firmarem em torno de US$ 80 mil a tonelada, o custo das baterias de veículos elétricos aumentaria em quase 25%, e o custo total dos materiais para carros elétricos em quase 10%. E o níquel não está sozinho nessa: o preço do lítio subiu mais de 500% no último ano, com a demanda crescente da indústria de baterias. As baterias de lítio de alta densidade de energia, usadas em veículos elétricos de longo alcance, usam uma quantidade significativa de níquel num dos pólos. Hoje, apenas cerca de 5% do suprimento mundial de níquel vai para o segmento de baterias usadas nos veículos elétricos, mas projeções apontam que esse percentual deve se aproximar dos 60% ainda nesta década, conforme a eletrificação da frota de carros ganhe tração. Não à toa, fabricantes como a Tesla têm se empenhado em financiar o desenvolvimento da produção de níquel no mundo, via a assinatura de contratos de fornecimento de longo prazo para injetar capital nas mineradoras. Na semana passada, a Rivian, uma fabricante de caminhonetes elétricas que tem a Amazon como investidora e fez um IPO histórico no fim do ano passado, provocou a ira dos seus consumidores ao informar que iria reajustar em 17% o preço dos carros reservados por seus clientes que estão em lista de espera para incorporar a inflação generalizada de insumos. Debaixo de severas críticas, teve que voltar atrás. Reproduzido do original Reset: O 'cisne negro' que pode abalar a produção de carros elétricos | Reset (capitalreset.com)
O ‘cisne negro’ que pode abalar a produção de carros elétricos content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
07 de mar. de 2022
In Informações e Conteúdos
Com a alta do petróleo, como resultado da guerra, as fontes renováveis, como solar e eólica, tendem a ficar economicamente mais competitivas O conflito entre Rússia e Ucrânia pode acelerar o processo de transição energética rumo a uma geração de energia mais baseada em fontes renováveis, na visão de especialistas ouvidos pelo Valor. Com a alta do petróleo, como resultado da guerra, as fontes renováveis, como solar e eólica, tendem a ficar economicamente mais competitivas. Existe também uma necessidade dos países da Europa Ocidental de reduzir a dependência energética da Rússia. Mas a guerra na Ucrânia também pode representar um risco, a curto prazo, para a continuidade da expansão das fontes de energia mais limpas. O conflito trouxe o receio de uma interrupção no fornecimento de petróleo e gás russos. Se essa eventual suspensão no suprimento se confirmar, especialistas dizem que a substituição do óleo e gás se dará pelo uso do carvão, que tem previsão de ser gradualmente abandonado, e também pela energia nuclear, que é considerada “limpa”, embora não renovável. Nesse cenário, pode ocorrer na Europa um aumento no uso do carvão, mais poluente, dizem técnicos do setor. Os especialistas acreditam, porém, que, mesmo com os impactos da guerra sobre a indústria global de energia, os países europeus devem manter os compromissos assumidos no âmbito dos acordos da Organização das Nações Unidas (ONU) em termos de reduções das emissões de gases poluentes até 2050. Ontem, o Valor publicou entrevista com o economista Jim O’Neill, pai do acrônimo Bric, segundo o qual a crise na Ucrânia vai ser uma perturbação para a transição energética e forçará muitos países, em especial a Alemanha, a repensar sua estratégia na área de energia. A Alemanha, como outros países europeus, depende em boa medida do gás natural exportado pela Rússia. Maurício Tolmasquim, ex-presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e professor do Programa de Planejamento Energético da Coppe/UFRJ, concorda com O’Neill de que a Alemanha, a curto prazo, poderá sofrer “soluços” para avançar mais na transição energética, mas acredita que as metas europeias de descarbonização não vão mudar. Tolmasquim lembra que a Alemanha tem o compromisso de acabar com a geração a carvão até 2030, além de fechar as três últimas usinas nucleares neste ano. “Eventualmente podem prorrogar o fechamento das usinas nucleares, decisão tomada em 2011, depois de Fukushima. No curto prazo eles [a Europa] têm um problema dessa dependência grande do gás russo”, diz Tolmasquim. “Mas, a médio prazo, a transição vai ser fortalecida porque existe uma intenção muito forte. São duas prioridades centrais na política energética: a descarbonização e a segurança. E as fontes renováveis atendem um pouco aos dois quesitos”, acrescenta. O sócio da área de energias e recursos naturais da KPMG Anderson Dutra acredita que no Brasil o cenário de alta nos preços do petróleo e gás pode favorecer o aumento da produção em campos de petróleo e gás maduros, que foram comprados da Petrobras por petroleiras menores nos últimos anos. Mesmo que o volume seja baixo, ele lembra que há várias empresas que cresceram no país nesse segmento nos últimos anos. “Quando a lucratividade aumenta, esse mercado fica ainda mais viável”, diz. Dutra lembra também que o cenário internacional favorece a captação de recursos para novos investimentos por parte dessas petroleiras menores. Edmar Almeida, professor do Instituto de Energia da PUC-Rio, vê uma tendência de aceleração no processo de transição energética e discorda de um possível incentivo para o aumento da produção de petróleo. Segundo ele, desde meados da década passada não há uma relação direta entre aumento de cotações do barril e crescimento dos investimentos. Para ele, além das metas ambientais traçadas, haverá um forte vetor econômico para a aceleração da transição energética. “No curto e médio prazo, o conflito tende a aumentar o preço da energia fóssil, o que torna o investimento em energia renovável mais rentável.” Para o diretor de ESG e mudanças climáticas na consultoria Resultante ESG, Lauro Marins, a transição energética de alguma forma já estava desenhada e o conflito pode acelerar a agenda. Mas ele também alerta para riscos de curto prazo no processo. “Num curto espaço de tempo, há preocupações sobre a manutenção da energia termelétrica na Europa [devido a riscos no suprimento de gás]. A procura por carvão cresceu em janeiro”, afirma Marins. Já a Wood Mackenzie destaca que, a médio e longo prazos, a guerra na Ucrânia poderá causar uma mudança fundamental nas relações comerciais de energia no mundo, em especial com a Europa Ocidental. A consultoria acredita que haverá uma mudança na relação de dependência dos europeus para a Rússia, por meio da aposta no mercado global de GNL e nas energias renováveis e nuclear. O diretor de gás natural da Associação dos Grandes Consumidores de Energia e Consumidores Livres (Abrace), Adrianno Lorenzon, aponta que a alta nos preços do gás no mercado internacional pode levar alguns consumidores a buscarem outras fontes de energia. “Caso o barril venha a romper a barreira dos US$ 120, por exemplo, isso poderia inviabilizar a utilização do gás natural em certas indústrias, algumas poderiam pensar em substituí-lo”, diz. Por outro lado, argumenta, o cenário também pode favorecer a produção nacional de gás. Para o analista sênior de óleo e gás da Bloomberg Intelligence, Fernando Valle, a crise energética que afeta a Europa desde o segundo semestre de 2021 mostra que as renováveis ainda não estão prontas para serem o grande motor da matriz energética. Ele acredita que a guerra na Ucrânia tende a colocar em pauta a necessidade da diversificação da matriz europeia. Reproduzido do original Valor Econômico: Guerra pode acelerar transição energética global | ESG | Valor Econômico (globo.com)
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Marcos Eduardo de Oliveira
05 de mar. de 2022
In Informações e Conteúdos
Pesquisadores da Coreia do Sul criaram um novo tipo de membrana que pode ser a inovação que faltava para viabilizar a eletrólise da água usando energias renováveis, para produzir o tão esperado hidrogênio verde. As células a combustível usam o hidrogênio para produzir eletricidade diretamente, liberando apenas água como subproduto, o que as torna promissoras para aplicações que vão dos veículos elétricos e fontes de energia residenciais até grandes usinas. Ou então o gás pode ser queimado diretamente, com uma combustão absolutamente livre de fumaças e gases de efeito estufa. Acontece que a quase totalidade do hidrogênio é fabricada hoje pela reforma do metano presente no gás natural, com uma pesada pegada de carbono. Por isso, há um campo de pesquisa muito ativo para o desenvolvimento de novas tecnologias de eletrólise da água, que pode extrair o hidrogênio da água usando energia verde, evitando totalmente a emissão de gases de efeito estufa. O maior empecilho à viabilização comercial dessas células, ou reatores, está em uma membrana que permite a passagem dos núcleos de hidrogênio: Elas são caras porque usam o metal nobre platina nos eletrodos e titânio na placa de separação. Nanjun Chen e seus colegas do Instituto de Ciência e Tecnologia da Coreia (KIST) criaram agora uma membrana que dispensa totalmente a platina e ainda troca o titânio pelo muito mais barato ferro. Levando em conta o preço do catalisador e do material separador, o custo de fabricação da membrana, que é a alma da célula de eletrólise, é reduzido em aproximadamente 3.000 vezes em comparação com os custos atuais. A equipe obteve uma alta condutividade iônica e elevada durabilidade do material em condições alcalinas aumentando a área de superfície específica interna da membrana. O protótipo apresentou uma durabilidade de mais de 1.000 horas de operação e atingiu um novo recorde de desempenho de uma unidade de eletrólise de água, alcançando 7,68 A/cm2. Isso é cerca de seis vezes mais do que o desempenho dos materiais de troca aniônica existentes e cerca de 1,2 vez o da cara tecnologia atual, com platina e titânio (6 A/cm2). Outro fator crucial da pesquisa é que a membrana também pode funcionar ao reverso, operando no interior das células a combustível, que pegam o hidrogênio e produzem eletricidade, de forma igualmente limpa. "O material que desenvolvemos tem um alto potencial de aplicação como material central não apenas para eletrólise da água, mas também para células de combustível de hidrogênio, utilização de captura de carbono e células de combustível de amônia direta, que são a próxima geração da indústria de hidrogênio," disse o professor Young Lee, coordenador da equipe. Reproduzido do original Inovação e Tecnologia:
Hidrogênio verde com energia solar, agora 3.000 vezes mais barato content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
01 de fev. de 2022
In Informações e Conteúdos
Reproduzido do original PHYS: https://phys.org/news/2022-01-co2-chemicals.html
Transformando CO2 prejudicial em produtos químicos úteis content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
01 de fev. de 2022
In Informações e Conteúdos
A Honeywell desenvolveu uma nova tecnologia de armazenamento de energia que pode revolucionar o mercado renovável. A bateria pode armazenar energia eólica, energia solar e outras fontes de energias renováveis por um período de mais de 12 horas A Honeywell anunciou uma nova tecnologia de bateria de fluxo que funciona com fontes de energia limpa, como a energia eólica e energia solar, para atender a demanda por armazenamento de energia renovável, que cresce de forma exponencial. A nova bateria de fluxo utiliza um eletrólito seguro e não inflamável, que transforma energia química em eletricidade para armazenar energia que pode ser utilizada depois, atendendo aos requisitos ambientais, de segurança e longevidade das concessionárias de serviços públicos. A tecnologia da Honeywell oferece uma flexibilidade maior e duração estendida para concessionárias de serviços públicos. A bateria armazena eletricidade que pode ser utilizada quando não há energia eólica ou energia solar, em caso de queda de energia enquanto as redes elétricas estão em plena capacidade. A nova tecnologia de armazenamento tem capacidade de guardar e descarregar eletricidade por 12 horas ou mais, ultrapassando a duração das baterias de íon-lítio, que podem descarregar eletricidade por apenas 4 horas. A nova bateria foi projetada com componentes recicláveis e não é degradada com o tempo, garantindo o desempenho do sistema, e uma tecnologia confiável e de baixo custo por até duas décadas. O vice-presidente e gerente geral da Honeywll Performance Materials and Tecnologies para a América Latina, José Fernandes, afirmou que com esta nova bateria de fluxo, a empresa criou um novo padrão inovador que é capaz de atender às necessidades futuras de armazenamento sustentável de energia, como a energia solar e energia eólica, que vão além das atuais tecnologias ofertadas pelo mercado. Baterias de fluxo podem ser combinada com outras para gerar mais autonomia A bateria de fluxo da Honeywell também pode ser combinada com outras tecnologias e fontes de geração sustentável para ofertar uma solução de armazenamento de energia completa e integrada para concessionárias e produtores de energia independentes, visando alcançar às metas de neutralidade de emissões de CO2. O sistema geral também colocará a empresa como um dos primeiros fornecedores de soluções de armazenamento de energia verticalmente integrados de ponta a ponta, desde a produção das baterias até a integração, sistemas de gerenciamento de energia, controles e contratos de desempenho. Fernandes afirmou que a empresa se comprometeu recentemente em alcançar emissões neutras de carbono em suas instalações e operações até 2035. Novas baterias de fluxo poderão ser adquiridas em 2023 A tecnologia de bateria de fluxo passará por testes feitos pela Duke Energy, nos Estados Unidos. Neste ano a Honeywell entregará uma unidade de 400 quilowatts-hora (kWh) para as instalações da Duke Energy, em Mount Holly, com o intuito de, no próximo ano, implantar um projeto piloto em escala de serviço público de 60 mWh. De acordo com Fernandes, os testes com a Duke Energy permitirão que a empresa implemente essa tecnologia inovadora de armazenamento de energia solar ou energia eólica em escala, oferecendo ao mercado uma solução revolucionária para atender as demandas de armazenamento de energia enquanto ajuda as empresas a cumprirem suas metas de carbono neutro. Reproduzido do original CPG: Empresa desenvolve nova tecnologia capaz de armazenar energia eólica e solar por 12 horas - CPG Click Petroleo e Gas
Empresa desenvolve nova tecnologia capaz de armazenar energia eólica e solar por 12 horas content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
01 de fev. de 2022
In Informações e Conteúdos
Pesquisadores dos Estados Unidos desenvolveram uma turbina a gás que pode gerar energia solar concentrada. Além de menores, as turbinas conseguem ser até 60% mais eficientes que os painéis solares Pesquisadores do Southwest Research Institute (SwRI), nos Estados Unidos, desenvolveram uma nova turbina a gás de CO2, capaz de gerar energia solar concentrada. O projeto compõe o programa APOLLO, do Departamento de Energia dos EUA, criado com o intuito de aprimorar o desempenho e reduzir os custos das usinas que tem esse sistema como base. A nova tecnologia combina ciclos de energia do CO2 supercrítico com dispositivos integrados de armazenamento térmico. Turbinas de CO2 podem gerar até 10 MW de potência Nos primeiros experimentos realizados pelos pesquisadores, as turbinas a gás, que possuem capacidade para gerar até 10 MW, completaram os testes de resistência e desempenho em ambientes fechados com sucesso. De acordo com um dos pesquisadores e também coautor do estudo, Jason Wilkes, o uso de S-CO2 pode expandir a eficiência de uma usina de energia solar concentrada em até 10 pontos percentuais. Sua alta eficiência de ciclo também permite que a turbina ocupe um espaço bem menor, cerca de 1/20 do tamanho de uma turbina a gás comum, tornando possível sua instalação em qualquer ambiente. O termo “supercrítico” se refere ao estado semilíquido do CO2 quando ele é colocado a um valor acima do limite de pressão e temperatura, fazendo com que o mesmo se comporte como um gás, mas continue com a densidade de um líquido. Essa característica faz com que as turbinas a gás funcionem com uma eficiência térmica muito maior. Turbina movida a gás demonstra alta eficiência no uso para usinas de energia solar Outra vantagem que merece destaque é que o dióxido de carbono supercrítico não é tóxico nem mesmo inflamável, além de já ser utilizado pela indústria há muito tempo em processos de lavagem a seco, nos sistemas de refrigeração com baixas emissões de gases e até mesmo para descafeinar o café. De acordo com Wilkes, as propriedades do fluido de S-CO2 nesse estado tornam esse material inovador e incrivelmente eficiente na geração de energia solar devido à sua densidade, baixa viscosidade e outras propriedades favoráveis de transferência de calor em diversas condições. Tecnologia pode substituir pequenas termelétricas A tecnologia criada pelos pesquisadores utiliza lentes especiais ou espelhos para concentrar uma grande quantidade de energia solar em receptor. Esse dispositivo transforma a luz concentrada em calor, extraindo a energia térmica para gerar energia utilizando turbinas a gás ou vapor. Esse sistema é capaz de armazenar a energia solar em forma de calor, que posteriormente pode ser convertido em eletricidade sob demanda, utilizando os ciclos do dióxido de carbono supercrítico. Isso oferta uma eficiência melhor da rede de abastecimento e ainda reduz os custos operacionais de produção de energias renováveis. De acordo com Jason Wilkes, as turbinas a gás baseadas no ciclo de potência do dióxido de carbono supercrítico contam apenas com uma fração do tamanho de turbinas comuns, além de ofertar uma eficiência que pode ser de 30 a 60% maior se comparadas com as turbinas utilizadas em termoelétricas movidas a gás natural atualmente. Reproduzido do original CPG: Pesquisadores desenvolvem turbina a gás capaz de gerar energia solar concentrada - CPG Click Petroleo e Gas
Pesquisadores desenvolvem turbina a gás capaz de gerar energia solar concentrada content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
01 de fev. de 2022
In Informações e Conteúdos
A trajetória de Airton Cousseau na Nissan é impressionante. O gaúcho presidiu a empresa no México, país onde a marca tem sua maior participação de mercado no mundo. Também foi o primeiro ocidental a comandar a operação da companhia na China e liderou a empresa nos Estados Unidos – ou seja, nos dois maiores mercados de veículos do planeta. Ele conta que ama o Brasil e, por isso, não perdeu a oportunidade de voltar e ter, como afirma, “uma churrasqueira com um apartamento em volta”. O presidente da Nissan Mercosul e diretor- geral da empresa no País repetiu ao Estadão, como um mantra, que sente orgulho de ser brasileiro e do time com o qual trabalha. A menina dos olhos de Cousseau é o projeto que pretende lançar a célula a etanol antes de 2030. O executivo falou sobre o sistema, que gera energia elétrica por meio de reação química, não produz CO2 e poderá ser utilizado em qualquer tipo de veículo, bem como sobre os resultados e as perspectivas da empresa. Como o sr. avalia o desempenho da Nissan em 2021? Houve vários desafios. Não só para a indústria automotiva. Então, decidimos cuidar da saúde das pessoas. Não tivemos muitos casos (de contaminação por covid). A produção não foi paralisada por isso, mas por causa da determinação de autoridades de saúde e, depois, por questões ligadas aos fornecedores. Além da falta de semicondutores, tivemos grandes desafios na logística, que virou um caos. Houve até casos de contêineres descarregados em portos de outro país. Mas talvez tenha sido o ano em que eu mais aprendi. Tivemos de fazer muita coisa para manter as operações funcionando, inclusive junto aos concessionários, o que nos deixou ainda mais próximos da rede. Na comparação com 2021, crescemos 6,4% em volume, enquanto o setor cresceu 3%. Isso é ainda mais relevante considerando que atuamos em três ou quatro segmentos do mercado. Anunciamos investimentos para a abertura do segundo turno na fábrica de Resende (RJ) e vamos contratar. Em dezembro, o (SUV) Kicks, que é feito lá, foi o líder de vendas do setor na Argentina. Também estamos à frente no processo de eletrificação. O Leaf foi o elétrico mais vendido no Brasil em 2021. Os volumes ainda são pequenos, mas o crescimento é enorme. O elétrico está chegando para ficar. Fizemos parceria com a (locadora) Movida para desmitificar o carro elétrico. Assim, criamos a oportunidade para que mais pessoas possam dirigir esse tipo de veículo. Portanto, posso dizer que 2021 foi um ano extremamente positivo para a Nissan. O consumidor ainda tem muita dúvida sobre o carro elétrico. Por exemplo, como faz para carregar... É tão fácil como recarregar o celular. À noite, você chega em casa e conecta na tomada. Se você anda 70, 80 quilômetros por dia, é muito tranquilo. E, para quem vai viajar para mais longe, a rede de pontos de recarga está se desenvolvendo rapidamente. Empresas grandes, como a Raízen e a Shell, têm planos agressivos de implementação de infraestrutura para recarga no País. Não é o trabalho de uma empresa ou um setor, mas de todos juntos. Estou muito satisfeito de estar nesse momento no Brasil, porque a Nissan pode ser uma das empresas de ponta na eletrificação veicular do País. Como está o projeto de geração de energia elétrica a partir de biocombustível, que a Nissan coordena? Está andando bem. Essa pesquisa tem quase seis anos. Já dá para rodar quase 800 km com eletricidade usando um tanque de etanol. O etanol tem uma enorme capacidade de gerar energia na célula a combustível. E essa energia move o motor elétrico. Então, não vai ser preciso ligar o veículo na tomada. Para o consumidor, bastará parar no posto e encher o tanque com etanol. Temos parcerias com universidades e empresas como a Raízen, que está cooperando sobretudo na parte do desenvolvimento do etanol. Esse projeto é muito forte dentro da Nissan e pode ter vários tipos de aplicação. Dá para usar em carros, motos, aviões, barcos e até em motores estacionários. O board no Japão está tão entusiasmado que mandou antecipar, de 2023 para este ano, a instalação, na fábrica de lá, de um sistema estacionário a célula a etanol, que vai ser enviado do Brasil. Eu gostaria de acelerar o processo de lançamento, mas é preciso respeitar os planos de desenvolvimento. O mais importante é que todos os obstáculos já têm solução. Em 2025, ou seja, em menos de três anos, vamos concluir os testes e iniciar a fase de marketing. Quando eu ouvi falar desse projeto, e que foram engenheiros brasileiros que o desenvolvera, senti ainda mais orgulho do nosso pessoal e do País. Estou muito entusiasmado porque esse não é um negócio para a Nissan. É para o Brasil e para o mundo. Por exemplo, o sistema funciona com gás natural, que é muito forte na Rússia. É muito bom estar aqui neste momento. O sistema deve chegar ao mercado antes de 2030? Sim. E vai ser possível desdobrar esse produto. Não estamos falando apenas de automóveis, mas de qualquer outra aplicação que precise de motor. Essa é a parte que mais me deixa entusiasmado. Normalmente, a gente cria aqui, mas a produção acaba indo para outro lugar. Eu não quero deixar que isso aconteça. O que é preciso para fomentar o desenvolvimento de novas tecnologias? Infraestrutura é tudo. Mas, para você ter ideia de como estamos atrasados, a duplicação da estrada que liga Curitiba e São Paulo levou 50 anos para ser feita. Na China, por exemplo, as coisas acontecem de forma muito rápida e profunda. Quando eu cheguei ao país, o metrô da cidade já era espetacular e o pagamento era feito com um cartãozinho, como o de Nova York (EUA). No ano seguinte, já dava para pagar com o celular. No outro ano, era possível usar reconhecimento facial. Então, para o Brasil avançar a gente precisa investir mais em infraestrutura. O agronegócio, por exemplo, está explodindo, mas falta conexão de internet no campo. Deveria haver uma ampla rede, e com boa qualidade. Há máquinas altamente sofisticadas e até autônomas, mas não dá para utilizar todos os recursos porque não há internet. Reproduzido do original MSN/Estadão: ‘Em 2025, vamos concluir os testes da célula a etanol’, diz presidente da Nissan no Brasil (msn.com)
‘Em 2025, vamos concluir os testes da célula a etanol’, diz presidente da Nissan no Brasil content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
01 de fev. de 2022
In Informações e Conteúdos
Reproduzido do original Visual Capitalist: Visualizando o armazenamento de carbono nos ecossistemas da Terra (visualcapitalist.com)
Visualizando o armazenamento de carbono nos ecossistemas da Terra content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
04 de jan. de 2022
In Informações e Conteúdos
Cientistas brasileiros anunciaram nesta semana uma criação inédita no mundo: duas variedades de cana manipuladas e não-transgênicas, as chamadas DNA-Free. Para obter as plantas, alguns genes específicos foram silenciados e não transplantados de uma variedade para outra, provocando a alteração no seu DNA. Por isso, não são consideradas transgênicas. Segundo os pesquisadores, que atuam na Embrapa Agroenergia (DF), uma das canas tem maior digestibilidade da sua parede celular e a outra, maior concentração de sacarose em seus tecidos. Isso resolveria três desafios do setor: aumentar a produção de etanol de primeira e segunda gerações (o que é feito a partir do bagaço), ampliar a produção de açúcar e gerar mais bioprodutos. As plantas receberam o nome de Cana Flex I e Cana Flex II, e ainda são cultivadas apenas em fazendas experimentais. Na Cana Flex I, um gene responsável por deixar a parede celular da planta mais rígido foi silenciado e isso aumentou a sua digestibilidade, permitindo maior ataque de enzimas durante um processo químico que ocorre dentro da planta para extrair compostos da biomassa. A outra variedade, a Cana Flex II, foi criada a partir do silenciamento de um gene do tecido da planta e isso resultou no aumento da produção de sacarose. Hugo Molinari, um dos autores da criação, disse que a variedade teve um aumento de 15% de sacarose e ainda, de outros tipos de açúcares como glicose e frutose. Nas folhas da planta, a concentração de açúcar aumentou 200%, e no processo de conversão de celulose em açúcar industrial, houve um incremento de 12%. Segundo o pesquisador, essa variedade C é mais adequada ao processamento industrial e gera um bagaço com maior digestibilidade para a alimentação animal (o subproduto da cana é usado para alimentar gado, por exemplo). Edição de genomas A técnica de edição de genes utilizada na criação das duas canas, chamada CRISPR (do inglês Clustered Regularly Interspaced Short Palindromic Repeats), foi descoberta em 2012 e suas autoras ganharam, em 2020, o Prêmio Nobel de Química. A tecnologia usa uma enzima para cortar o DNA em pontos determinados, modificando regiões específicas. "Não houve a modificação do DNA das plantas, mas o silenciamento dos genes", disse. De acordo com o cientista, a edição genômica permite a manipulação do DNA de forma mais precisa, rápida e econômica quando comparada à transgenia. "A tecnologia [CRISPR] tem permitido uma democratização do uso da biotecnologia na agricultura permitindo que mais espécies sejam beneficiadas", explica Molinari. Segundo ele, o custo estimado para o desenvolvimento de uma planta transgênica é de cerca de US$ 136 milhões e, entre 30% e 60% desse valor, é destinado às etapas de desregulamentação. Variedades podem aumentar exportação A descoberta de uma cana que gera mais açúcar pode colocar o país na liderança do comércio mundial do produto, segundo economistas. Na safra 2020/2021, a produção total de açúcar no mundo foi de 188 milhões de toneladas e o Brasil foi responsável por produzir 39 milhões de toneladas, 21% da produção mundial. A economista Rosana Guiducci, que também é da Embrapa, disse que, no cenário mundial da cultura da cana, existe uma previsão de crescimento mundial de açúcar estimado em 13% em relação a safra 2019/2020 e, para o Brasil, o aumento esperado é de 32%. "O aumento das exportações brasileiras é estimulado, sobretudo, pela redução na oferta mundial devido a adversidades climáticas, como geadas, em importantes países produtores da Ásia e pela desvalorização cambial", disse Rosana. Os principais destinos do produto bruto são os mercados asiáticos, além de nações que possuem polos de refino, como a Arábia Saudita e a Argélia. No Brasil, as exportações de açúcar somaram 28,85 milhões de toneladas em 2020, 45% a mais que o ano anterior, quando foram exportados 18,9 milhões de toneladas. Reproduzido do original UOL: Cientistas apagam genes e criam cana que produz mais açúcar e biomassa - 22/12/2021 - UOL Economia
Cientistas apagam genes e criam cana que produz mais açúcar e biomassa content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
04 de jan. de 2022
In Informações e Conteúdos
A group of Brazilian researchers is developing a “hydrogel” that is able to capture carbon from the atmosphere and fixate it in the soil in order to mitigate greenhouse effects. The Hidrogel Program is supported by Shell Brasil and involves the University of São Paulo (USP), the Energy and Nuclear Research Institute (IPEN) and the Federal University of Rio Grande do Sul (UFRGS). Oxalic acid Composed by organic material, the hydrogel synthesizes CO2 molecules to create oxalic acid that is combined with a bio-monomer to stabilize the new molecule. According to Thiago Lopes, responsible for this part of the research, the CO2 turns into oxalic acid through electrochemical and photo-electrochemical techniques. “The carbon footprint of oxalic acid production also would be negative. That is why we capture two CO2 molecules to produce oxalic acid. So we can create a virtuous circle for sequestration of this greenhouse gas”, says Lopes. Capture carbon from the atmosphere Once used on crops, these granules capture more carbon from the atmosphere and store it in the soil. UFRGS will make the product after which Esalq (Superior School of Agronomics Luis de Queiroz) from USP will test it in crops. In the meantime, the Institute of Energy and Environment (IEE/USP) will develop normative standards in order to launch the product commercially. While soils already store carbon naturally, the scientists say their hydrogel could increase a soil’s capacity to absorb this gas. This is where Esalq comes in. “Under natural conditions, approximately one third of the carbon is retained; two thirds go back into the atmosphere. We want to know how much carbon the hydrogel could store in the soil under tropical conditions”, says research coordinator, Carlos Eduardo Pellegrino Cerri, professor at the Department of Soil Science at Esalq. Increase absorption of nutrients Another research opportunity is to evaluate the soil-plant synergy. The scientists are expecting that the hydrogel granules also could retain water and gradually release it to plants. If so, the product could reduce the need for irrigation and increase the ability of crops to absorb nutrients. “The hydrogel is biodegradable and may have advantages beyond environmental issues. One of them is to increase absorption of micronutrients. Another is to provide favorable conditions for beneficial microorganisms”, said Cerri. Reproduzido do original Future Farming: Hydrogel to stimulate carbon storage in soils - Future Farming
Hydrogel to stimulate carbon storage in soils content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
04 de jan. de 2022
This Forgotten Ecosystem Holds Twice as Much Carbon as Forests content media
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Marcos Eduardo de Oliveira
Colaborador
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