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Octavio A. Valsechi - Vico
02 de abr. de 2022
In Vagas de Emprego
BP Bunge Bioenergia é uma joint venture formada, em 2019, pelas empresas BP e Bunge, com 50% de participação de cada uma. Tem mais de dez mil colaboradores e conta com 11 unidades com flexibilidade para a produção do mix de etanol e açúcar, estrategicamente localizadas nas regiões Sudeste, Norte e Centro-Oeste do Brasil. Os interessados em trabalhar na BP Bunge Bioenergia devem entrar no site: https://trabalheconosco.vagas.com.br/bp-bunge/oportunidades Lá encontrará oportunidades como a abaixo ESPECIALISTA DE PROCESSOS AGRÍCOLAS (TRATOS CULTURAIS) • 1 VAGA Local de trabalho: Ouroeste, SP Detalhes da vaga Principais responsabilidades: Acompanhar técnico e operacional das atividades dos processos de formação e tratos Planejar operacional das atividades Gerir insumos e estoque Analisar e gerir relatórios Apoiar os coordenadores na gestão de equipe e operação Atuar tanto em campo quanto em escritório Requisitos: Graduação completa em Engenharia Agronômica ou Agronomia Bons conhecimentos em Pacote Office Experiência em tratos culturais cana soca e cana planta, preparo de solo e plantio (Manejo de adubação, plantas daninhas, pragas, corretivos, preparo de solo, variedades de cana, manejo de rotação de cultura) PIMS/GATEC Experiência no setor sucroalcooleiro Sistema PIMS ou GATEC Disponibilidade para atuar em Ouroeste (SP) Requisitos Escolaridade mínima Formação superior completa Conferir a vaga clicando no link: https://trabalheconosco.vagas.com.br/bp-bunge/oportunidade/especialista-de-processos-agricolas-tratos-culturais/2303874
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Octavio A. Valsechi - Vico
05 de fev. de 2022
In Vagas de Emprego
ATVOS contrata content media
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Octavio A. Valsechi - Vico
05 de fev. de 2022
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Usina Santa Cruz contrata content media
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Octavio A. Valsechi - Vico
05 de fev. de 2022
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SJC contrata content media
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Octavio A. Valsechi - Vico
05 de fev. de 2022
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ADECOAGRO contrata content media
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Octavio A. Valsechi - Vico
05 de fev. de 2022
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Usina Cedro contrata content media
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Octavio A. Valsechi - Vico
05 de fev. de 2022
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BP Bunge contrata content media
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Octavio A. Valsechi - Vico
05 de fev. de 2022
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COFCO contrata content media
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Octavio A. Valsechi - Vico
05 de fev. de 2022
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Usina Ipê contrata content media
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Octavio A. Valsechi - Vico
05 de fev. de 2022
In Informações e Conteúdos
Artigo Publicado em: 27/01/2022 | ASSESSORIA Desde o início de minha carreira na agroindústria, nos idos dos anos 1960, sempre pensei que o grande desafio futuro do setor seria conciliar a segurança alimentar e a preservação ambiental. Constato que este amanhã de minhas preocupações na juventude chegou de modo mais rápido e contundente. O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), em seu mais recente relatório, aponta que “a agricultura, a silvicultura e outros tipos de uso do solo representam 23% das emissões humanas de gases do efeito estufa”. É fundamental, portanto, adotar medidas eficazes e rápidas para reduzir o impacto ambiental da produção de alimentos e outros produtos agropecuários. Nesse sentido, o Brasil tem sido um dos protagonistas, pois nosso meio rural aumentou a produtividade nos últimos 40 anos, produzindo muito mais em áreas proporcionalmente cada vez menores. Além disso, grandes porções de matas nativas e mananciais hídricos são preservados dentro das propriedades. O RenovaBio, programa avançado em termos de créditos de carbono, e o potencial do mercado de títulos verdes são outras contribuições do setor. Por outro lado, um dado do relatório do IPCC desperta particular apreensão: um terço da comida produzida no mundo é desperdiçado, por diferentes causas, inclusive em países desenvolvidos e, de modo mais acentuado, nas nações em desenvolvimento. Solucionar o problema diminuiria muito as emissões de gases do efeito estufa e melhoraria a segurança alimentar. Então, fui verificar como acontecem tais perdas. De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), 54% dos desperdícios ocorrem na manipulação pós-colheita e a armazenagem. Os outros 46%, nas etapas de processamento, distribuição e consumo. Em nosso país, a situação também é grave. Segundo a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), das 140 milhões de toneladas de alimentos que produzimos por ano, 26 milhões são desperdiçadas. Recente estudo da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar) mostra que 40% das perdas ocorrem na distribuição após o processamento. Dados recentes do IBGE demonstram que a comida desperdiçada no Brasil seria suficiente para suprir os mais de 10 milhões de pessoas hoje afetadas pela insegurança alimentar, agravada pela pandemia da Covid-19. Perdas pelo caminho chegam a 50% no transporte rodoviário, devido à precariedade das estradas e a demora para que as cargas cheguem aos locais de distribuição. A essa questão da logística, acrescento alerta do estudo Impactos das Mudanças Climáticas na Produção Agrícola Brasileira, realizado em conjunto pela Embrapa, Universidade de Campinas (Unicamp), Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (INPE) e Banco Mundial. O trabalho, divulgado em 2013, mostrou que o enfrentamento do problema no Brasil exigia elevar de modo expressivo a produtividade das lavouras e pastagens, bem como reduzir o desmatamento. Também alertou que o aquecimento terrestre prejudicará muito a agricultura, devido a fatores como redução da quantidade do fluxo de água, afetando a irrigação, aumento da aridez, degradação da terra e desertificação. Fizemos parte da lição de casa necessária: nos últimos 40 anos, nossa área plantada expandiu-se em 33%, mas a produção agrícola teve crescimento de 386%, com enorme ganho de produtividade, revela a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Ademais, avançamos na produção de biocombustíveis, em especial o etanol, e bioenergia, contribuições importantes do setor rural à redução dos gases de efeito estufa. Agora, além de dar continuidade a essas iniciativas, urge investir em infraestrutura de transportes, logística e armazenamento, para reduzir o desperdício. Também é premente estancar o desmatamento, que, segundo o Climate Watch, plataforma do World Resources Institute, responde por 44% da emissão de gases de efeito estufa no País. Em 2050, conforme projeções das Nações Unidas, a população mundial deverá ser superior a nove bilhões de habitantes. Objetivando produzir comida em quantidade suficiente para suprir essa demanda, não podem mais ser adiadas medidas que garantam a sustentabilidade da agropecuária, estanquem o desperdício e protejam o setor das consequências gerais da degradação ambiental. O desafio é grande. Mais do que nunca, a humanidade terá de trabalhar muito para comer. *João Guilherme Sabino Ometto é engenheiro (Escola de Engenharia de São Carlos - EESC/USP), empresário e membro da Academia Nacional de Agricultura (ANA).
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Octavio A. Valsechi - Vico
05 de fev. de 2022
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Grupo Moreno contrata content media
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Octavio A. Valsechi - Vico
05 de fev. de 2022
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BP Bunge contrata content media
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Octavio A. Valsechi - Vico
05 de fev. de 2022
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Baldin Bioenergia contrata content media
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Octavio A. Valsechi - Vico
05 de fev. de 2022
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Usina Boa Vista contrata content media
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Octavio A. Valsechi - Vico
05 de fev. de 2022
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Brasil Biofuels contrata content media
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Octavio A. Valsechi - Vico
05 de fev. de 2022
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Vaga disponível content media
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Octavio A. Valsechi - Vico
24 de out. de 2021
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ACP contrata content media
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Octavio A. Valsechi - Vico
24 de out. de 2021
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COFCO contrata content media
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Octavio A. Valsechi - Vico
17 de out. de 2021
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Vaga em Goiás content media
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Octavio A. Valsechi - Vico
15 de out. de 2021
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REUNION contrata content media
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Octavio A. Valsechi - Vico
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